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ESCOLA INDÍGENA Procuradoria Especial da Mulher realiza visita em unidade de ensino na Comunidade Serra da Moça | ALE-RR

Divulgação/Fonte

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Desta vez, a equipe da Procuradoria Especial da Mulher e do Centro Humanitário de Apoio à Mulher (Chame), levaram o ciclo de palestras que aborda a violência doméstica e familiar para a Escola Estadual Indígena Adolfo Ramiro Levir, na comunidade Serra da Moça, na zona rural de Boa Vista. O colégio tem cerca de 100 alunos divididos entre o ensino médio e fundamental.

No encontro, os tipos de violência foram abordados pela psicóloga Marcilene Melo. Ela atua no Chame e explicou que além da violência física, a violência psicológica é muito comum nas denúncias realizadas pelas vítimas. “A violência psicológica é silenciosa e uma das mais graves pelo fato dela não deixar marcas. Assim como violência sexual. Por isso é importante trazer isso para as comunidades porque nem sempre as mulheres daqui têm acesso a este tipo de informações”, disse.

Desde o início de 2023, a Procuradoria Especial da Mulher tem visitado escolas da rede pública de ensino da Capital. Neste segundo semestre, a programação está sendo levada para as escolas do interior do Estado. A professora de projetos da escola, Josilene Bezerra foi a responsável por solicitar ao Órgão da Assembleia Legislativa de Roraima que os debates fossem discutidos no âmbito escolar.

“Eu resolvi trabalhar os meses alusivos como agosto lilás, setembro amarelo e outubro rosa. O principal objetivo é orientar os alunos para que eles saibam lidar em situações como esta”, enfatizou.

 

 

Compreender os tipos de violência e conhecer os canais de denúncias foram alguns dos temas que Kissyla Carlos, de 16 anos, acompanhou durante as palestras. “Algumas informações a gente não sabia em relação às violências que muitas mulheres sofrem. Além de nos informar como realizar as denúncias caso alguém esteja passando por este tipo de situação”, pontuou.

Segundo a gestora do colégio, Rosineia Raposo, os índices de violência doméstica e familiar na comunidade são baixos, mas é importante sempre tratar com os jovens e adolescentes. “É importante trazer este debate para a escola. Assim os nossos alunos podem disseminar o tema aqui na comunidade”, salientou.

Chame nas Escolas

Para solicitar a visita da equipe multidisciplinar do Chame às instituições de ensino e/ou atendimento, os serviços ocorrem na Avenida Santos Dumont, 1470, bairro Aparecida, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Atendimentos também são realizados de forma remota por meio do  ZapChame, no número (95) 98402-0502, que funciona 24 horas, inclusive nos fins de semana e feriados.

Texto: Bruna Gomes

Fotos: Marley Lima

SupCom ALE-RR



Fonte: Câmara dos Deputados – Agência Câmara Notícias

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